domingo, 27 de dezembro de 2009

MEMÓRIAS 3

A riqueza da alma de um povo, define-se pela sua capacidade de empreender, pelo seu gosto em realizar, pela espontaneidade como se manifesta, quer em descantes, quer em poesias, ou na forma como se agrupa, para produzir um qualquer tema musical.

Que estes gestos simples não se percam, que a imaginação não desapareça da vida das gentes e que a vontade de ser autor e intérprete não se desvaneça para que também, a nossa identidade cultural, não seja letra morta num próximo futuro.

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