segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

VENHO DA ILHA DOS VIDROS


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Há menos de duas décadas, era impensável ver um jovem tocar a viola campaniça. Da tradição só restavam alguns velhos tocadores e poucos instrumentos antigos , por quase todos ignorados. Com o Património demos visibilidade à arte do toque e no âmbito das actividades da Cortiçol, demos o merecido protagonismo aos mestres.


Assim, nos dias de hoje, para agrado de todos e para garantir a continuidade de parte importante da nossa realidade cultural, podemos assistir com deslumbre ao retenir das campaniças nas mãos de jovens interpretes.