quinta-feira, 29 de abril de 2010

OS CIGARRAS

Esta noite, foram nossos convidados do Património, "Os Cigarras" , Grupo Coral do Centro Republicano de Aljustrel, constituído em 25 de Abril de 1992.

Aprecie o cante dos " CIGARRAS " aqui - http://www.facebook.com/v/122885031056297


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CASTRO ... em noite de luar

As sombras e o silencio da noite, abrem as asas do meu imaginário e esvoaço pelas memórias de tempos e dos sitios com outro sentido, reeencontro as gentes que permanecem ainda nos mesmos lugares e à luz das luas grandes, toco o sublime da identidade.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

QUERMESSE

Nas proximidades de cada mastro, armava-se uma estantaria, uma espécie de altar preenchido de coisas miudas, copinhos, sabonetes, canecas, pentes, flaitas e o mais que a imaginação possa alcançar e na pedincha pudesse ser acareado. A cada peça correspondia um número que depois era sorteado entre mil papelinhos de cor, enrolados como se fossem palitos dobrados ao meio. E toda a noite, contavam-se os tostões, comprava-se a sorte aos punhados, para levar para casa , uma coisita qualquer, sem proveito talvez, mas que somada ao vivenciar do baile, acrescentava a alegria da vida.

CONTORNOS DE AZINHO

Erguem-se majestosas as azinheiras sem tempo. Os contornos de azinho sobem no céu, como se fossem braços estendidos para agarrar as nuvens que indiferentes se somem na distância. E chegado o estio, resistem heróicas projectando labirintos de sombras na terra quente.

terça-feira, 27 de abril de 2010

O ALENTEJO EM TORONTO

Outubro de 1992. À data já tínhamos conseguido demonstrar a grande valia e merecimento da viola campaniça em termos da cultura de tradição, projectando o Manuel Bento, a Perpetua Maria e o Francisco António como seus intérpretes de inestimável valor. Assim, a convite da Casa do Alentejo em Toronto, participaram com outros nomes destacados da canção, num grande evento para a comunidade portuguesa no Canadá.
Do acontecido deixamos memórias - http://www.facebook.com/v/121311537880313

segunda-feira, 26 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

MODAS NOSSAS

Panorâmica da participação do Grupo Coral "Serões d´Aldeia" da Trindade - Beja no Património. Veja : http://www.facebook.com/v/120794971265303

quinta-feira, 22 de abril de 2010

SERÕES D´ALDEIA


Esta noite tivemos no Património a companhia do Grupo Coral Misto " SERÕES D´ALDEIA" da Trindade que de uma forma peculiar interpretaram modas do nosso cancioneiro e contagiaram-nos com o seu gosto pela tradição
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CAMPANIÇAS

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ANTES DA CHUVA CHEGAR

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A CADEIA

Quem passa aqui nem suspeita que por detrás destas grades, morou a dor, a inocência, o medo e o arrependimento daqueles que por qualquer razão, ou por razão nenhuma, perderam a liberdade

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

CAMPONESAS - UMA RELÍQUIA

O vídeo que agora partilhamos, representa um excelente documento daquilo que sempre foi e ainda é, o elevado padrão de qualidade etno-musical do Grupo Coral e Etnográfico Feminino "As Camponesas" de Castro Verde.
Gravado em 1993, este trabalho é uma relíquia para história do cante em feminino.
Veja : http://www.facebook.com/v/119714354706698

terça-feira, 20 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

QUANDO AS VOZES SE CALAREM

È a alma das gentes que dá vida aos lugares, são as suas vozes que mantêm fortalecidas as raízes da tradição e alimentam o sorriso da amizade, quando se calarem, vai ouvir-se aqui o silêncio do deserto.
Veja: http://www.youtube.com/watch?v=zHbOM0fw9h4

RUA DIANTE

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sábado, 17 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O ENCANTO DO CANTE

"As Ceifeiras" de Pias, aliam a doçura das vozes ao fascínio das melodias e levam-nos no encanto do cante, por caminhos de memórias.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

CANTE EM FEMININO


Esta noite tivemos no Património a companhia do Grupo Coral Feminino "As Ceifeiras" de Pias que nos embalaram com os cantes da Margem Esquerda.
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O CANTE DE BALDÃO

A Mariana da Estação e o Pepe da Favela, são dois exímios cantadores de baldão. Vêmo-los aqui, num mano a mano, durante uma emissão do Programa Património.

HOJE HÁ PATRIMÓNIO

DAS 21 ÀS 24 HORAS, NÃO DEIXE DE ACOMPANHAR A PAR E PASSO ....
http://www.youtube.com/watch?v=kz2O1POAkZI

quarta-feira, 14 de abril de 2010

BAILES DE RODA

As danças do Alentejo perderam-se em tempo recente e hoje , ate parece que nunca existiram. Os bailes de roda que agora mostramos, foram por nós gravados no ano de 1994 na Aldeia Nova de Ourique, submersa pelas aguas da Barragem da Rocha e terra mãe de Francisco António, Manuel Bento e Perpetua Maria.

terça-feira, 13 de abril de 2010

QUANDO A ESCOLA ERA NA RUA

video

Com a família , os amigos e os conhecidos, cantava-se a qualquer pretexto. E sentadas nos joelhos dos avós, as crianças aprendiam, os preceitos, as poesias e as sonoridades das modas, mesmo antes de começarem a soletrar as primeiras letras.

O PRESENTE TEM PASSADO


O tempo cristaliza formas, tons e modos de outras eras , na memória das gentes e nos volumes das terras. Por vezes, ignora-se que o hoje derivou do ontem e apagam-se os traços, as linhas que nos ligam numa lógica de identidade.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

FLORES DE MAIO

As comunidades locais são corpos vivos, complexos de movimentos e de interacções, ar que se respira, trabalhos que se desenvolvem, afectos que nos prendem o coração ao lugar onde vivemos.
Por isso, sentimos e dizemos que a identidade cultural de um povo é a grande artéria pela qual circulam a maior parte dos valores e das circunstancias que podem alimentar a sua felicidade.
Os usos, as tradições, os costumes e as afinidades sócio-culturais são o cimento que liga as pessoas, que as torna amigas e cúmplices com o desenvolvimento da terra onde vivem. Por isso, quanto mais activa e vibrante estiver a capacidade das pessoas intervirem na construção do seu futuro colectivo, maior é a potencialidade para que o sitio onde vivem se desenvolva de uma forma sustentável. E a sustentabilidade do desenvolvimento, não é mais do que a compreensão, por parte de quem tem obrigações de gestão, de que só se pode crescer, do ponto de vista económico, em harmonia com o meio ambiente e numa lógica de bem estar social.
Nesse sentido, consideramos que a organização dos agentes locais em consonância com as populações, para agirem localmente, é a chave para o sucesso do real desenvolvimento em qualquer lugar.
Conduzir as populações para um estar amorfo, desinteressado e não participativo, é ditar o fim das relações de boa vizinhança, do espírito de entreajuda e de solidariedade e a médio prazo, o desaparecimento da própria identidade cultural local, cujas consequências imediatas são o apagamento da vontade de se viver naquele sítio e, subsequentemente, o desejo de partir em busca de nova morada.
Ciente desta verdade, Amoreiras-Gare, tem contrariado a desertificação, investindo na dinamização da sua maior riqueza que é a vibração cultural do seu povo.
Autarcas e “sociedade civil”, têm sabido utilizar, da melhor forma, os modos de expressão mais autênticos da cultura popular, para com eles fazerem laços que prendem e irmanam as populações. Disto são exemplo, “AS FESTAS DE MAIO” , expoente máximo da convergência de vontades e que provocam uma profunda coesão social. E nas festas , não é o que se apresenta ao publico o que mais importa, o determinante, tendo em vista o resultado que se pretende, é a forma como se projectam, como se organizam e como se realizam. Melhor dizendo, das festas , o menos importante é o cartaz , os artistas que se mandam vir e se pagam. O que fica, o que realmente acrescenta a coesão social e contribui para se gostar de viver em Amoreiras-Gare, é a participação colectiva no sonhar a festa, no montar das festas e no viver a FESTA que todos os anos, por ocasião do Maio, se renova na Estação.

RUA DE TRÁS

Sempre a mesma luz, o mesmo ar, o mesmo sentido, como se todas as ruas fossem uma, por onde caminha o nosso pensamento.