segunda-feira, 31 de maio de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

CANTES DA MARGEM ESQUERDA

Intervenção do Grupo Coral da Casa do Povo da Amareleja no ultimo Programa Património -

sexta-feira, 28 de maio de 2010

AMARELEJA

Esta noite foi nosso convidado o Grupo Coral da Casa do Povo da Amareleja que entrou na nossa nossa roda de amigos cantando a moda ao estilo da margem esquerda.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

CORTIÇOL

Cooperativa de informação e cultura sedeada em Castro que há mais de duas décadas promove a Cultura tradicional como pode ver aqui - http://www.youtube.com/watch?v=GoWHzwiRjs4

terça-feira, 25 de maio de 2010

ALENTEJO - TERRA BELA



Numa primavera qualquer, mergulhámos no campo incensado por nectares e sentimos o desvario da vida na sua pujança plena, sublinhada por voos e cantos de aves que nos faziam acreditar na proximidade do paraíso. Malgrado as imagens não tenham a qualidade desejável, não resistimos a partilhá-las consigo, aqui ... http://www.youtube.com/watch?v=TytHTvLAR2E
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ARTES E SEGREDOS DA TRADIÇÃO - ARTESANATO

Por ocasião das "Festas do Maio", recolhemos em Amoreiras Gare, passaram já muitos anos, imagens da actividade artesanal regional, patenteada em mostra organizada com a particularidade de podermos assistir à manifestação viva das artes e dos segredos guardados pelos mestres.

Veja também -http://www.youtube.com/watch?v=y0De_2mfcco
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LIMITES

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

ARTES E SEGREDOS DA TRADIÇÃO - ENCHIDOS

Num dia frio de Fevereiro de 1993, entrámos no Talho dos Mestres e vimos a Senhora Helena e o Zé Manuel, fazendo paios de lombo. No ar, os aromas dos cominhos, das carnes verdes, do pimentão, do vinagre e do colorau, quase embriagavam, numa mistura que nunca mais se vai perder da nossa memória olfativa, num ambiente adensado pelos fumos que sobiam até aos varais das linguiças para fazerem a cura.
Desse dia, guardamos imagens de gestos, de preceitos, das artes e dos segredos dos enchidos tradicionais que hoje, por tanto serem apreciados, partilhamos consigo - http://www.youtube.com/watch?v=gxlOvowYDjE

AS MULHERES E A MODA


Em vários fóruns e por diversas ocasiões tem vindo a “MODA” a debater a problemática do cante, fazendo a sua abordagem pelo lado da organização dos Grupos, pela necessidade da sua projecção para outros níveis de conhecimento e cumulativamente para outro grau de dignidade, tem-se falado das raízes históricas , confrontando as várias hipóteses que sustentam o surgimento e a fixação desta forma de cantar como tradição do povo alentejano, entrou-se já também na análise da própria interpretação quer por via do que se canta quer por avaliação do modo como hoje se está a cantar.

Tendo presente que a interpretação organizada, melhor dizendo estruturada, do cante alentejano, é um fenómeno relativamente recente que se generalizou só há cerca de seis décadas, através da criação dos Grupos Corais que marcaram uma viragem decisiva no nosso panorama cultural, importa frisar que o cante, independentemente da opção que possamos defender para explicar a sua génese, teve como berço o campo e como colo o trabalho.

Foi, efectivamente, durante os trabalhos e nas caminhadas que os mesmos propiciavam que a moda, tal qual hoje a conhecemos, se arreigou à nossa memória colectiva e passou a ser a nossa expressão vocal mais autêntica.
Resulta daqui que sendo o trabalho rural, dada a natureza fundiária da posse da terra, executado em conjunto por muitos assalariados, o nosso cantar como atitude colectiva, tinha de ser coral e a polifonia tinha de ser a sua matriz.
A ausência de instrumentos musicais de acompanhamento, prende-se também com as razões anteriores e é ditada pela mesma realidade. Se tivermos presente todo o circunstancialismo sócio-económico de então, bem se compreende que no cenário onde o cante acontecia, não podia haver lugar a toques para acompanhamento do cantorio, como se fazia, em jeito de festa, noutras regiões do país.

Assim, temos para nós, que as traves mestras do nosso cantar, assentam basicamente nos pilares do trabalho rural e da sua execução em ambientes bucólicos e de uma forma colectiva.

Logo, e sem querer menosprezar as ricas vivências noutros espaços, como as tabernas, as feiras e os mais ajuntamentos, onde o cante também pontuava e se divulgava, transmitindo-se na exclusiva oralidade que justifica as nuances que agora encontramos nas mesmas modas, conforme sejam cantadas de lugar para lugar, podemos eleger as mondas e as ceifas como as escolas por excelência da moda alentejana.

Por isso, sabendo que eram os homens, as mulheres e as crianças quem trabalhava nas ditas fainas, sabemos também, que eram eles quem desde sempre e indistintamente, interpretava a moda, integrando-a como factor transversal ao seu labor.
Por essa razão, as modas primeiras, tinham todas a marcação e o ritmo do compasso do andar e eram susceptíveis de uma interpretação simultânea com o labor. Eram pensadas, idealizadas, trauteadas e depois experimentadas na cadência do movimento dos corpos curvados searas dentro ou nas caminhadas estradas fora.
Todos cantavam, fazendo um coro que como um bálsamo amornava as canseiras e como um elixir revigorava os ânimos. Os cantares repetiam-se vezes infindas refrescados pela introdução de cantigas (letras) originais ou aprendidas que os solistas lançavam valendo-se das suas vozes melhores. Ao longo do dia, cantava-se uma, depois outra, outra e outra, corriam-se muitas, mas sempre que surgia uma nova, era nessa que se insistia, preferencialmente. Em todo o sítio, vinha à baila e teimosamente cantava-se a “moda nova”, vezes a fio, sem cansaço, parecendo até ser um exercício de memória que inconscientemente se fazia para não mais se esquecer a “moda nova”, a que estava na berra e daí ficou o termo para designar a canção alentejana.

Quando surgiram os primeiros grupos corais, formados para interpretarem regular, disciplinada, organizada e sistematicamente o cante em festas e concursos, eram constituídos exclusivamente por vozes masculinas. Quase todos de adultos mas também os havia de crianças.
As mulheres não podiam relacionar-se, colectivamente, com o cante fora do trabalho e por isso, quando o trabalho nos campos acabou, calaram-se as vozes femininas que com tanto fervor e sentimento o tinham interpretado.

E bastaram apenas duas ou três décadas para se esquecer o papel e a importância das vozes femininas no cante. Da memória apagaram-se os cantes vibrantes das ceifeiras e das mondadeiras e já se insinuava, já se dizia, já se afirmava que o Cante Alentejano não era para mulheres.
Com efeito, importa aqui distinguir duas realidades. Um cante primeiro nascido no trabalho e para o trabalho que era cantado indistintamente por todos, dada a toada e o ritmo da sua execução e um cante outro nascido mais tarde, dentro dos Grupos Corais e para os Grupos que eram então exclusivamente masculinos.
Nesta nova vaga do cante enquadram-se as modas mais pesadas, aquelas que carecem da sustentação dos baixões, de vaias prolongadas e que pedem um cante parado, sustido, agarrado ao chão.

De uma forma inconsciente, estes dois tipos de modas são presentemente interpretados com diferentes coreografias. As primeiras , tipo “ao passar da ribeirinha” são cantadas com marcação, a conhecida cadencia e as outras , tipo “a ribeira do sol-posto”, cantam-se na prumada, corpos hirtos, vozes sustidas num clamor que não se compadecia com a dinâmica de qualquer trabalho.

Daí que devem os Grupos Corais femininos cantar as modas que se adaptam à natureza das suas vozes e deixarem aos homens as tais modas do segundo tipo que alguns mestres fizeram para serem cantadas exclusivamente por eles, fora do trabalho, dentro dos seus Grupos, depois da sua estruturação como corais que passaram a ter uma existência regular .
Ao invés, podem os homens cantar indistintamente as modas do trabalho como o fizeram desde sempre, sem preconceitos de serem “bailadas”, bem assim como as outras que para eles mesmos foram pensadas porque ambas consubstanciam a nossa verdade etno-musical.






FILHA DA ROCHA

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CHICO HORTA

Aprecie o sentir do poeta - http://www.facebook.com/v/129092773768856

FIGUEIRA DA ÍNDIA

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

A RODA DO TEMPO



Anos e anos a fio, por este túnel passou a riqueza que das entranhas de S. Domingos, era arrancada com destino longínquo.
Por aqui, passou uma quantidade incalculável de minério que depois de embarcado no Pomarão, seguia a rota de interesses alheios às gentes de cá. Gentes que partiram também, quando a mina fechou, quando os metais das estruturas também foram levados para fundições distantes, quando a vida aqui passou a ser magra como a natureza da própria terra.
O túnel ficou, porque levá-lo não podiam e destruí-lo não era compensador.
Assim acontece com todas as explorações mineiras que desde a primeira lavra, iniciam o percurso do seu encerramento, dada a finitude da materia prima, dadas as muitas contingências da sua viabilidade lucrativa, pese embora o facto de se resistir a ter consciência dessa circunstância e se preferir o pensar cómodo de que a roda do tempo não anda.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

GRUPO DE VIOLAS CAMPANIÇAS

Inundando o éter de belos cantes e trinados, o Grupo de Violas Campaniças, fizeram serão connosco no Património desta noite.

Deixe-se encantar ... http://www.facebook.com/v/128234583854675

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

PERGUNTO AO VENTO QUE PASSA ...

"Pergunto ao vento que passa..." foi tema para o mote de umas décimas feitas e agora aqui ditas, pelo poeta popular Francisco Domingos Horta ( Porteirinhos)
http://www.youtube.com/watch?v=L5TnktdCcns

SINO CORAÇÃO DE ALDEIA


" Sino coração de aldeia, coração sino da gente ..." é o mote para um interessante trabalho de poesia popular, em formato de décimas, da autoria de Francisco Domingos Horta ( Porteirinhos), aqui dito pelo próprio - http://www.youtube.com/watch?v=hG6Lisz15jk

terça-feira, 18 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

DOCE ESPIRITUAL

Fatia de xisto com cobertura floral e nuvens batidas em castelo
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FLÔR DE CARDO

Por entre as folhas espinhosas, no meio de bicos aguçados, florescem mil pétalas belas e uteis, como se não tivessem bebido a mesma seiva.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

O CABREIRO


Sem feriados nem dias santos, a cabrada sai para os campos em busca de sustento. Percorrendo atras delas o rumo dos alimentos, o miudo apressa-se para não as perder, para as voltar das semeadas, para as defender de perigo súbito. Como ajuda, tem dois rafeiros apeados e ao colo, fazendo escola, leva um cachorro que daqui a tempos, lhe ha-de valer.
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OS GRILOS

Depois do fim das chuvas, passados os charocos e as geadas, o sol ganha força e penetra a terra, começando a espevitar de vida os campos que ainda torrejam semi desnudados pelos excessos, dos calores e dos frios passados.
Os solos vão secando, primeiro os mais altos e delgados, depois os baixios, onde os atasqueiros ainda perduram e mais tarde, a nata, junta ao de cima, há-de fazer uma película fina e acabar por gretar mal chegue o estio.
Não tarda, a erva que foi abicando nas pastagens e as searas que romperam nas semeadas, começam a cobrir de verde quanto se avista.
À medida que o tempo amorna e os dias se alargam, o ervaçum cresce, já faz sombra às raízes, já embaraça o passo, e começa a pontilhar-se do florido das margaças.
Daqui a pouco, à nossa volta, tudo é um mar de pétalas minúsculas destinadas a libertarem os mil aromas estonteantes que em cada ano se elevam, para acordar do sono do recolhimento, todos os insectos mergulhados nos abrigos, fendas, ovos ou casulos.
Com a bonança, chegaram as primeiras andorinhas, as mais afoitas ou as mais saudosas, para mirarem os ninhos por elas feitos, ou por elas apenas retocados, sempre nos mesmos lugares, temporadas a fio. Só depois, lhes vem a vontade de libertarem os gorjeios de alegria contidos pela fadiga. Tudo em o seu tempo...
No intervalo da escola há um moço que diz: já apanhei um grilo! Uns acreditam outros não. Mas depois em casa, todos vão à procura das latas furadas como um passador, onde usam guardá-los, aqueles que não têm gaiolinhas de tábua e arames torcidos na ponta, como cajadinhos. Há outras maiores, para mais ocupantes, mais espaçosas para eles poderem furtar-se às torquezadas uns dos outros, já quase viveiros, feitas de rede mosquiteira ou outras ainda, estas compradiças, imitando casinhas, de plástico amarelo torrado nas paredes, janelas e portinha cor de limão e telhado de duas águas, vermelho bem vivo.
Para confirmarem a novidade, perguntam aos colegas que vêm dos montes se já os ouviram, porque eles são os primeiros a fruírem o seu canto, mal chega a maré.
Este ano são temporões, já estamos fartos de os ouvir, informam os montanheiros que dos almanaques do campo tudo sabem.
A notícia espalha-se na vila e a partir de agora, todas as tardes, depois das três, não se faz mais nada. Uns vão a casa pôr a balsa, outros atiram-na pelo postigo e outros nem isso fazem. Escondem-nas pelos caminhos, em qualquer lugar, no meio das ervas, por detrás da parede de uma cerca ou na taroca de uma oliveira, para livrarem as mãos e poderem ir atirando pedras ou apanhando conveniências.
Vão aos dois e aos três, porque grandes magotes não dão resultado. Deslocam-se soltando risadas, contando aventuras, armando mentiras. Dizendo aos mais novos que na farmácia compram grilos a cinco tostões para fazerem unguento. Ou ainda que os grilos cantam bem é ao pé das galinhas.
Logo que acabam as paredes da vila e se entra no descampado, reduzem as larachas e abrandam a algazarra porque os grilos têm um ouvido muito fino. Quando desconfiam da proximidade da gente, pela fala, pelo pisar ou só pelo rastolhar das ervas diferente daquele que o vento faz, por muito forte que seja o seu cantorio, fazem “nhe” e acabou-se. Depois bem podemos olhar ao redor à busca do que não perdemos, imaginando o sítio donde vinha o som que não atinamos com o lugar onde o bichinho mora.
Mal se ouvem a cantar, cada qual tem de ir ao seu. Sempre a andar, pé ante pé, contra o vento, olhando bem, quase adivinhando donde vem a música. Quanto mais perto estamos, mais devagarinho temos de ir, levantando bem as botas, sustendo a respiração, como os perdigueiros, tal qual camaleões, até os surpreendermos à porta das suas luras, voltadas para a soalheira, de asas douradas, abertas em concha, fazendo bonito contraste com o ébano do corpo. O regréssimo ao pé do portal está limpo, varrido pelas milhentas passagens e não muito longe, têm o malhadal, onde se vão governar de quando em vez.
Cantam de costas voltadas para a gente, melhor dizendo, de cabeça virada para a entrada da taroca que é para não perderem tempo com manobras e se enfiarem, mal pressintam o perigo.
São uma seta que desaparece no escuro da terra. Então, deita-se um joelho ao chão e as mãos ao redor tacteiam para arranjar uma palheta. As melhores fazem-se do palanco a que se ripa a semente. Finas, longas, maleáveis mas suficientemente rijas para fazerem coceguitas no traseiro do fugitivo que, normalmente, ao fim de alguma insistência não resiste e sai. Então, tem de se lhe barrar logo a entrada com um dedo porque o bicharoco vai tentar esconder-se de novo e desta feita, entrando de marcha a trás. Se o conseguir, em vez de sentir as cócegas nas partes fracas, fica com zanga e morde enraivecido a palheta. Já não volta a sair, nem com os dois joelhos em terra, nem com pragas, nem com escavadelas, nem sequer com uma mijadela para dentro da taroca.
Mas geralmente, a boa técnica impõe-se e não tardam a ser agarrados com todo o cuidado para não trilharem as asas, com ambas as mãos do caçador, juntas como dois cocharrinhos e onde o bichinho, dentro dessa gruta, numa obscuridade vermelha, embalado com um “nhenhenhenhe” insistente, não tarda a cantar.
Levam-no um tempo assim, para mostrar aos outros que o admiram muito, se for cochinho porque é cantador, ou se for rei, porque é muito raro. Da palma da mão passa para debaixo da boina ou da galita e aí permanece durante toda a jornada, sem se acomodar, tentando escapar, por entre os cabelos do carcereiro. Os homens não fazem assim. Quando apanham algum para levar aos mocinhos, despejam uma caixa de fósforos e com a navalha, fazem duas gretas como respirador e assim o transportam.
Ao sol-postinho, cada um trás meia dúzia de grilos para casa onde os hospeda em latas furadas ou nas gaiolinhas que todos os dias são assistidas com olhares cuidadosos e muitas serralhas, durante semanas de um encantamento que chega todos os anos depois de findarem as chuvadas.


quarta-feira, 12 de maio de 2010

DIA DA ESPIGA

Desde que os homens guardam memória, quarenta dias depois da Páscoa, na quinta feira de Ascensão, é dia da espiga.
Com simbologias religiosas e profanas a data é(ra) assinalada com idas ao campo, para passeio, folguedo e particularmente, para colher e trazer para casa, uma mescla de flores silvestres, espigas de cereais diversos e um raminho de oliveira.
De um ano para o outro, fica(va) resguardado em sítio já reservado ao enfeite, muitas vezes por detrás da porta. Traz(ia) abastança, sorte e saúde aos donos da morada.
Este costume, está ligado a antigas tradições pagãs e há quem diga, aos Maios e às Maias.
Este ano, coincidente com o treze de Maio, o dia da espiga, também chamado de "dia da hora" , é tido como o "dia mais santo do ano" e sempre que é meio dia, tudo pára. "As águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". È então o momento ideal para se fazer a recolha das ervas medicinais e colher as plantas para constituirem o ramo da espiga.
Lá mais para diante, quando vierem as invernias, os trovões e os perigos, em caso de aperto, queima-se na lareira um pouco do raminho já seco e a sua virtude há-de afastar os raios para as bandas do mar.
Para compôr o seu raminho, colha espigas de cereais (pão), malmequeres ( ouro e prata), papoilas (amor e vida), oliveira ( azeite e paz) e alecrim ou rosmaninho ( saude e força).

BICHOS DE MATO



Nos terrenos mais agrestes, naqueles mal andaimosos, onde as ovelhas não medram, as cabras dão-se bem. Por entre os matos de esteva, rompem veredas, abocanham alimento, encorropitam-se nas rochas, empoleiram-se nas arvores, tornam mais viva a paisagem serrana.
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POETAS DO SUL ( 2 )

No passado dia 9 de Maio, dezoito poetas do sul, rumaram ao Pomarão para participarem no seu IV Encontro, organizado pela Associação Raia do Chança. Dessa tarde de poesia, colhemos fragmentos das inspirações variadas , dos temas tratados, das palavras ditas pelos seus autores.
E porque é de um rico património que se trata, queremos partilhá-lo aqui consigo -

http://www.facebook.com/v/125660187445448Posted by Picasa