terça-feira, 30 de novembro de 2010

O OBELISCO ILUMINADO

 

No Largo do Padrão, o frio que corta , os chuviscos ao cair da noite, as estrelas que brilham e o silêncio total, foram os meus companheiros,quando há minutos captei esta imagem
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O COLÉGIO

 

Berço da vida para uma geração e referência para várias.
O Externato Dr. António Francisco Colaço, entre 1960 e 1977, foi uma janela de oportunidades de crescimento e de valorização para centenas de jovens em Castro. Tantos como eu, guardam imagens e memórias douradas daquele espaço, dos mestres, dos colegas, do perfeito, da menina vigilante.
Tantos como eu, guardam igualmente, uma imensa gratidão pela generosidade e lucidez do punhado de homens que foram os mentores e principais obreiros deste " milagre do ensino" em terra apagada.
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

GENTE DE CÁ


Guarda no coração um Castro que já não existe. Na sua grande memória, arrecada histórias, factos e análises que o passar dos anos não diluem.
Jose Vicente Colaço ou José Ricardo, como lhe chamam, foi co-fundador do Futebol Clube Castrense e a esta agremiação dedicou anos da sua vida. Vive e vai morrer apaixonado por Castro, por um Castro que já morreu antes dele.
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GRUPOS CORAIS - É TEMPO DE MUDAR DE RUMO


Os poderes assistem impávidos e praticamente indiferentes à delapidação ,ao apagamento e até mesmo ao aviltamento do património mais rico desta terra e da nossa gente. Falta-lhes claramente a consciência da importância que o cante tem como elemento socialmente agregador , parecem estar destituídos da noção do valor que é inerente à expressão vocal do nosso povo, mostram-se alheados do seu estado e também dos cuidados que deveria haver para tornar mais sólida essa nossa matriz cultural .
Não planeiam ,não projectam e por isso não executam nenhuma estratégia de valorização do cante . Não buscam encontrar com os protagonistas medidas a adoptar no sentido do favorecimento da afirmação da moda . Recusam-se a dar um tratamento ao cante que tenda a projecta-lo para o nível de prioridade cultural primeira .
Assim ,aos Grupos não é conferido estatuto artístico e quando para eles olham ,mesmo sem desdenhar, nunca lhes conferem importância em termos orçamentais ou logísticos e muito menos no que respeita à consideração e ao afecto que lhes deviam merecer.
Qualquer Grupo Coral supera em numero de elementos, em entrega, em actuações e em representatividade o plantel do grupo de futebol local , mas a todos é fácil constatar quais os apoios que anualmente estão reservados a um e a outro. Enquanto assim fôr ,e só deixará de o ser quando a actual atitude for modificada , uns são atletas ,vedetas, campeões e os outros são os coitados que cumprem um quase dever de arrastar consigo o peso duma tradição a que só às vezes e quando dá jeito importa lembrar e enaltecer. Também por isso , a participação ou a simples identificação com o fenómeno bola é querida e invejada , sendo, ao invés, a motivação pelo cante progressivamente arredada das preferencias da nossa gente ,em particular, da juventude .
Sabemos que o problema em questão é de grande complexidade e de difícil solução ,mas consideramos também que ,por isso mesmo, não se pode deixar passar, passivamente , mais tempo sem que nada se faça para evitar a sangria de emoções presente que irá inevitavelmente transformar um fenómeno cultural de massas numa pratica restringida à intervenção de uns poucos que por razões específicas conseguiram resistir às adversidades e temporariamente manterão o cante ainda vivo com maior ou menor rigor.
Desta realidade não cabe a responsabilidade em exclusivo aos poderes e referimo-nos a todos, mas não podemos ignorar que são eles que tudo influenciam e quase tudo determinam.
Também não queremos acusá-los de terem deliberadamente movido contra o cante um processo persecutório, mas não podemos deixar de constatar que quando se interessam pelos Grupos ou pela moda o fazem sempre de um modo frouxo, parecendo-lhes que já dão mais que a conta, deixando sempre evidenciar uma atitude de algum distanciamento que resulta não de cautelas políticas mas antes de preconceitos socioculturais. Há tiques que são indisfarçaveis e há atitudes que são bem denunciadoras do real conceito que têm do trabalho cultural e da valia artística dos corais. Existe efectivamente um tratamento pouco empenhado, aligeirado e às vezes oportunista relativamente aos Grupos quando os consideram gente que canta só por cantar e que sempre o fizeram daquele modo , incondicionalmente ,a troco de coisa nenhuma ,só para aliviar as suas mágoas ou tensões .
A génese do cante , o meio em que se desenvolveu e o suporte socio-económico que lhe emprestou a alma , são, porventura, as razões principais do tratamento menor que os poderes lhe destinam. Os colarinhos brancos nunca cantaram a moda ,só excepcionalmente se misturaram com ela e ainda agora assim o é .Uma estratificação social tão vincada como foi e ainda é a nossa ,criou barreiras que isolaram a moda no domínio dos esforçados, no mundo dos deserdados do ter, sem que a força das raízes ou a luz do intelecto tivessem até agora conseguido romper brechas nas muralhas do seu isolamento.
Os Grupos começam a encontrar pela primeira vez o seu rumo e a sua organização conducentes ao estabelecimento de critérios para unificarem o seu proceder visando a dignificação da sua expressão vocal e consequentemente a nossa identidade .É altura de lançarem um olhar sobre si mesmos ,reflectirem, melhorarem a conduta e o aspecto e discutirem regras e condições de participação em quaisquer eventos. Chegou o tempo de não pedirem nem pagarem para os deixarem cantar. Devem aprender com os erros do passado e não embarcar à toa atras de convites onde o cante é só um pretexto para encher cartazes de festas ou engrossar manifestações , mesmo que tenham por lema a defesa da tradição ou a cultura popular .
È tempo de se olhar para os Grupos Corais como agentes culturais de grande mérito e considerar-se arte de grande valia a actividade que desenvolvem.
È tempo de estimarmos o seu trabalho e invejarmos a sua produção.
È tempo de os Grupos Corais se afirmarem como parceiros culturais privilegiados em cada concelho e a moda alentejana ser considerada património cultural do Alentejo.

(Junho de 2005)

domingo, 28 de novembro de 2010

A BELEZA DO SIMPLES

 

Aivados -Alentejo
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ESTA NOITE


Esta noite tivemos no Programa Património a companhia de Silvestre Sousa, mestre ferreiro e cantor que veio das Minas do Lousal
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JÁ APETECE

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AS MATANÇAS


Vêm dos montes, dos bastios sombreados, arrojam-se para a morte sob as arrobas de carne posta por fartanços de bolota e lande ,mais de alguma guloseima apanhada para desenfastiar. No verão correram os restolhos à cata de espigas e espiolharam os pegos lodosos com a cegueira dos almeijões .Mas não foi daí que lhes veio o peso.
Até meados de Outubro andavam ligeiros, corriam como centelhas deste poiso para aquele, fossando e revolvendo pedras e torrões à pus da bicharada. Mas logo que as bolotas começaram a arraiar e as mangaras desataram a pingar, era vê-los de fujota de arvore para arvore, com as orelhas afitadas para pressentirem onde podiam morder as caídas.
Daí para diante, abancavam de manhã à noite de focinho pregado ao chão , solvendo as soleiras das boletas ,desprendidas dos cascabulhos por força do vento ou varejadas pelo porcariço , preocupado com a engorda da vara com que tinha encabeçado o montado.
Apetecia-lhes agora beber mais amiúde que o costume e de quando em vez abocanhavam o ervaçum para refrescarem as bocas escaldadas pelo tasquinhar continuado.
De dia para dia viam-se aumentar. Desapareceu o espinhaço, cresceu-lhes a papada,ficaram corpulentos.
Já nem dão trabalho com as escapadelas para as semeadas. Comem, comem e de quando em vez jogam os joelhos a terra para descansar.
Por fim, redondos e lustrosos já lhes custava ir beber à ribeira duas vezes por dia. Nas horas mais quentes deitavam-se e dormiam com grande afegada. Para se levantarem , tornou-se o cabo dos trabalhos. Tinha de ser a prestações. Primeiro erguiam-se nas patas dianteiras ,de cu a rojo, e só depois em solavanco se alçavam.
O maioral andava satisfeito e o patrão outro tanto ou ainda mais. Tantas arrobas a tanto, dava tanto. Aquilo não se sabia ao certo, nem se podia saber, só a olho, o peso da carne toda, porque uns eram maiores e outros mais pequenos, mesmo que manos da mesma piara. O que valia era a média , não se podia fazer a conta pelos mais estrigados nem pelos outros que pareciam barcas, mas eram os menos .
Em três meses fizeram-se para a faca.
Uns para aqui, outros para ali, todos foram apreçados e já tinham o rumo traçado.
E assim abalaram em dias marcados pelas estradas velhas, deixando os montados, a caminho das bancas ,onde as facas sem dó nem piedade lhes ditam o destino, ficando no ar os gornidos profundos que nos marcam a memória das matanças.
Depois é a festa, a azáfama, o sangue, o vinagre, os alhos, o colorau ,a pimenta, os cominhos. A gordura e os cheiros. A moleja, as cacholas fritas. As banhas, os torresmos ,os lombos, as espáduas, os presuntos, as linguiças ,as chouriças e os paios. A carne frita, a manteiga de pingo .As queixadas assadas, a língua de fricassé ,as orelhas de coentrada .As folhas de toucinho arrecadadas no sal. O saber e os preceitos. Os varais no fumeiro. Os sabores um ano inteiro.
Ritual que se repete todos os Invernos, quando os frios chegam para curar as carnes e nos campos a fartura acaba, para poder acrescer, nem tão pouco para manter, as arrobas postas por uma comezaina rica.



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

NA TOSQUIA


Tosquiador ajoelhado a fazer um velo

CANTAR - ATÉ QUANDO?


Grupo Coral Feminino "Madrigal" de Vila Nova de São Bento, na sua passagem pelo Programa Património.Oportunidade para divulgar a existência, a arte e vontade de mais um coro alentejano, outro pilar do cante, outra nesga de alma da nossa tradição vocal.
Mas daqui alertamos, para o estado de pré- calamidade que está a instalar-se em quase todos os Grupos Corais. Depauperados pela escassez de gargantas e pelo envelhecimento dos seus elementos, enfraquecidos pelo não surgimento de vozes novas, desmotivados pela falta de apoio efectivo que a Moda tem tido, vêm-se agora, alguns deles, confrontados com a obrigatoriedade de suportarem os próprios custos motivados pelas actuações que de quando em fez fazem, a convite de outros Grupos, para conjuntamente, darem protagonismo ao cante e gerarem a motivação que os mantém ainda juntos.
Cantar , até quando?
Dos cerca de cem existentes, talvez fiquem alguns, os mais apoiados, os mais estruturados, os de vida mais fácil, mas na sua grande maioria, os Grupos vão começar a silenciar-se, um a um e todos nós somos os responsáveis, por essa perda imensa da alma alentejana.

ACORDEONISTA


A excelência do acordeonista Nasco Hristov

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

VISTA PARCIAL


Vista parcial da Praça da Republica em Castro
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

MADRIGAL


A comemorar os 21 anos de emissões consecutivas do Programa Património, recebemos esta noite o Grupo Coral Feminino " Madrigal" de Vila Nova de São Bento
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

MUSEU DA LUCERNA

 

Imagem recolhida durante uma representação sobre o S. Martinho levada a efeito pelo Museu da Lucerna.
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NO HORIZONTE, OS MONTADOS

 
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NESTE CASTRO DO PRESENTE


Homem de poucas falas e baixas, olhar esverdeado,bigodinho como fita sobre o lábio. Chamava-se Francisco, isso sei. Outros nomes e apelidos não lhe conheci. Tinha a alcunha de Chorro, não sei porquê. Trabalhava dia a dia, ano a ano, como ganhão numa herdade e ao fim do dia, espreitava para dentro do café ou encostava-se às paredes na Praça para ver o movimento. Nem imagino o que pensava, dentro do seu silêncio, enquanto fumava, constantemente, tabaco de onça.
Foi. Poucos serão hoje, os que ainda o lembram, neste Castro do presente.

MARAVILHAS DO ALENTEJO


Actuação do Grupo Instrumental " Os Maravilhas do Alentejo" no Programa Património

terça-feira, 16 de novembro de 2010

GEOMETRIA

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RUA DE CASTRO

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DESPIQUE - UM FIM À VISTA


No Alentejo sul, nas terras das planuras, surgiu,desolvolveu-se e perdurou séculos, um cante repentista, geralmente acompanhado à viola campaniça, conhecido pelo despique.
Como seu sucedâneo, surgiu mais tarde o baldão, exercitado pelos improvisadores da serra que com maior tenacidade e mais resguardados das refregas da " civilização" guardam ainda, com alguma vitalidade esse seu cantar.
Aqui, no campo, o despique está perdido. Só pontualmente é cantado, à laia de demonstração etnomusical e já não como uso corrente.
As imagens que aqui podemos ver, foram recolhidas no Encontro de Cantadores de Despique e de Baldão da Feira de Castro de 2010 e ilustram, certamente, uma das ultimas ocasiões em que se cantaram, à volta da mesa, cantigas a despique.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CASTRO À NOITE

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CANTE DE IMPROVISO

De tarde a chuva estrambalhou os corais que desfilavam ao compasso das modas ou, melhor dizendo, cantavam à cadencia de um marchar sustido pelas vaias e pelas requebras que o cante impõe e o fôlego permite.
Depois à noite, o céu rompeu-se em esgarrões que faziam correr as valetas como há muito já não se via. No parque, a tenda montada para acolher o encontro, começou logo a mostrar que era mais adequada para o tempo seco. Nos pegamentos, à força da água ou à custa dos anos, começou a verter e foi preciso arredar as mesas para fugir às goteiras.
A borrasca podia ser obstáculo à festa, mas os cantadores chegavam aos magotes, dois daqui, três dali, juntos no vir, para dar coragem, porque isto do cante quere-se com parcerias.
Os do campo, os da serra, que eram os mais, e os outros que andam soltos sem compromisso à terra, mas também sem grande sujeição ao vício.
Sentam-se por ali, falam, dão tanganhadas, raros abraços, alguns acenos. Começam por registar as presenças, vão contabilizando as faltas, de soslaio vão controlando as entradas num medir de forças estratégico e indisfarçável.
Lá se levantam, dão duas voltas, pigarreiam, levam a mão à garganta, abanam a cabeça para insinuar uma dôr na garganta. Continuam a rodar, vão mancando a mesa à volta da qual se hão-de sentar e esperam que os mais afoitos tomem lugar.Com toda a manha que a vida dá, vão-se chegando para um lado ou desviando-se do outro, onde a sua posição é mais vulnerável.
Depois, voltam os lamentos: que não deviam ter vindo, que não estão capazes, que há uma porção de dias que não têm fala que preste.
A mesa vai-se compondo.
Onde já não há campo, ainda se apertam um pouco desde que seja para se sentar um favorito ou para dar lugar a um tocador que tem na roda um valor maior.
Uma vez sentados, começa o jogo da encenação, acabam as amizades, instala-se a desconfiança, sobrevém algum nervosismo. Buscam alguma concentração olhando para o prato da açorda. Fala-se pouco. Discute-se menos. Não se riem. Fazem cara séria, sobrolho carregado, para impressionar, deixando fugir aqui e além um sorriso incontido.
Conhecem-se quase todos de ginjeira. Sabem bem que se facilitarem, alguém aproveita, perde o respeito e ataca.
Este ano homenageou-se o Aníbal Jesuíno, um resistente do cante, escolhido no ano transacto pelos camaradas para merecer o louvor.
Para ele foram as cantigas da primeira volta. Alguns persistiram no mesmo afundamento noite fora, até esgotarem o manancial das que vinham estudadas.
Outros sacaram das suas razões para ajustarem contas antigas e ainda não saldadas em recontros anteriores. Depois veio à baila o recinto da feira com os paralelos e as ruas empedradas. Mas ,como sempre, a temática predominante focalizou-se na eterna rivalidade campo/serra. Virtudes e desgraças de uma banda e outra, dissecadas em poesia repentista ditada por sentimentos e emoções trazidos
de geração em geração.
O correr da noite vai amaciando as gargantas e o cante fica mais bonito. A rodagem do pensamento vai espevitando a inspiração e as cantigas saem mais profundas.
Às vezes , acendem-se as palavras com um azedume que parece queimar .Cerram-se os olhos e desferem-se os golpes ,certeiros ,direitinhos ao alvo. Os visados encaixam .Não fazem mais que um sinal breve de entendimento. E nisto é que está a arte. Não se deixar perturbar. Os que têm veia respondem ao consoante, rebatendo, desarmando, mostrando aos demais as fraquezas ou as vergonhas dos adversários.
A poesia nasce fluida, no flagrante da ideia e depois é despejada, num movimento circular, envolta numa sonoridade antiga, arrastada, gemida, gritada.
As violas passaram pelas mãos de três tocadores e era já alta noite quando se calaram vencidas pela abalada dos homens amantes da tradição.

A CANTAR


Desfile pela Feira de Castro

PATRIMÓNIO


Privada dos olhares e das devoções, da admiração e das preces, a Igreja da Misericórdia de Castro, aguarda, estoicamente , um restauro que tarda e a abertura das suas portas à entrada dos crentes e dos outros

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MARAVILHAS

 

Esta noite contámos com a presença do Grupo de Musica Popular " Os Maravilhas do Alentejo" no Programa Património
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S. MARTINHO

 

A tradição da castanha não era grande nesta terra de muita bolota e de pouco dinheiro. Mas o S. Martinho era sempre marcado, com uns copos a mais, de vinho novo, saído ainda cru, das talhas das nossas adegas, para prova temporã dos mais apressados. Por outro lado e por esta altura, a azeitona já estava preta e com ela, faziam-se pinturas murais, pela calada da noite, nas paredes brancas das casas dos mais destacados apreciadores da vinhaça.
Também, nas manhãs do dia de amanhã, a vila acordava com garrafões e cruzes pintados a cal na calçada defronte das moradas daqueles que durante o ano davam mais nas vistas enquanto apreciadores e abusadores do nectar de baco.
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GRUPO DE CANTARES TRADICIONAIS

 

Para além do cancioneiro ora interpretado pelos Grupos Corais, a tradição vocal do Alentejo encerra grandes preciosidades, como os cantes ao menino, das janeiras, dos reis,do S.João, a oração das almas, modas de bailes e outras que o tempo tem apagado das nossas memórias.
No início da década de oitenta, a "Castra Castrorum" organizou este Grupo de Cantares Tradicionais, com o objectivo de estancar o esquecimento e de vitalizar a prática desses mesmos cantares. Alguma coisa ficou !
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UM SONHO


Este livro foi editado no âmbito das comemorações dos 500 anos da doação dos forais de Casével e Castro Verde pelo rei D. Manuel I.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

ROUPARIA

 

O rebanho, o pastor,o prisco, a ordenha, o ferrado, o leite, o cardo, o fogo, a coalhada, os cinchos, as mãos, finalmente, o queijo.
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CANTE NA RUA


"Os Populares do Cacém" em arruada pela Feira de castro

terça-feira, 9 de novembro de 2010

TRAMELAS E ALDRABAS

BAILE


Durante a preparação,montagem e enfeite dos mastros, as crianças vibravam, olhavam, viam e aprendiam os usos e os preceitos daquela tradição. E os mais velhos, como que a apostar na continuidade, davam-lhes as mãos e acarinhavam o seu desejo de aprendizagem, ensinando-lhes as modas.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

NA PLANÍCIE ALENTEJANA


Grupo Instrumental " Sons da Campina" de Safara, no Programa Património

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

RUA DIANTE

 

Castro - Alentejo
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A GRANDE RODA DE AMIGOS

 

Às Quintas Feiras entre as 21 e as 24 horas e também aos Domingos depois das 8 horas, deixe-se encantar com os cantes, os toques, as estórias, as poesias e as falas que passam pelo "Programa Património". Entre na grande roda de amigos em http://www.radiocastrense.net
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